Pensamentos da festa ruim

Os próximos dias de peso serão
E deve ceder minha plataforma
Meus esforços brilhantes, em vão,
Nesta cidade sem lei e sem norma.

Mas, por enquanto, festejo.
Chão de pedra, rubros sofás,
Paredes iguais como o meu desejo:
Marcha militar. Mudar? Jamais.
E tantos riem ao meu redor…
Estão em guerra.
Quantos amores essa guerra esconde?
Dançam tão leves, tão pó,
A alma berra.
Quer se livrar, ser horizonte.

Uma festa tão pobre e teatral
E eu preocupado com tudo.
Por que a peça insiste, afinal,
Se finda para um teatro mudo?

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