Por Dostoiévski

As ruas de São Petersburgo
causam tumulto no meu pensar
São ruas de charme noturno,
por elas me enfurno em meu próprio lar
E passam o os anos depressa,
correm e escorrem das minhas mãos
Desesperadas pela fuga de uma solidão
que é pálida, inválida
Onde estão enterrados
os seus melhores dias nessa vida fria
que tanto machuca, maltrata, tortura e amassa?
Abutres perfuram a sua carcaça
E caem como folhas de outono
todos os seus sonhos que faziam de ti
Artista da própria vida

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